«Provar ou não, eis a questão!»

O que é isto de «provar ou não, eis a questão!

 Estou interessada em provar como verdadeiro aquilo que tenho observado no blogue: que a mesma pessoa, depois de vários exercícios, começa a escrever cada vez melhor, aprendendo a editar o seu texto, escondendo sentidos subentendidos, brincando com prazer com significados, tempos verbais, sintaxe e metáforas.Agradecendo desde já todo o apoio que dá, deu ou virá a dar ao blogue, resolvi pedir-lhe que ponderasse fazer parte desta ideia. Sabendo que não lhe quero dar trabalho suplementar (os alunos podem enviar as suas histórias!), o que lhe proponho é criar uma rotina com uma turma, usando os desafios do blogue.

Pensei assim:

  • Os professores que aceitarem fazer parte desta «leitura de resultados», pediriam à turma escolhida um ou dois desafios por mês.
  • Estes desafios podem ser escolhidos à vontade do blogue, não havendo imposição de ordem, mas darei, passo a passo, ideia de quais me parecem bons para avançar.
  • Os alunos enviariam os resultados, indicando a turma, a escola e o professor, para eu poder, para além de publicar os textos, guardar tudo num ficheiro que terá as participações de cada um.
  • No final do ano, sendo esta parte opcional, seria interessante falarmos por Skype (eu, professor e turma) para um balanço do que aconteceu, sobretudo para perceber de que forma a turma sentiu o efeito desta rotina.
 Gostaria de provar que a utilização destes desafios com constrangimentos provoca:
  • O alargamento do vocabulário.
  • O aprofundamento da sintaxe.
  • Um trabalho de edição de texto cada vez mais apurado, sabendo procurar tiques de linguagem e palavras repetidas sem necessidade, e sabendo olhar para os significados e manipulá-los para dar força ao texto.
  • Uma maior facilidade em abordar textos de tema livre ou com um tema vago.
  • Mais prazer em escrever.
  • Mais curiosidade em ler.
 Estou profundamente convencida de que isto acontece em quase todos os participantes do blogue, mas fazer disto uma ferramenta válida de trabalho da escrita no ensino, com a subsequente motivação para a leitura, seria excelente. Passar do «acho que» para o «sei que», é esse o meu objetivo. Também sinto que, a nível afetivo, a escrita se transforma numa potente auxiliadora do bem-estar. Contudo, é talvez prematuro entrar por esse campo. Será que lhee interessa fazer parte deste grupo de professores que irá propor esta rotina numa turma? Se sim, seria fantástico! Vamos lá ver o que acontece… 
 
Um grande beijinho
Margarida
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